Ikoku Meiro no Croisée – 03

Claude e suas idéias sobre o Japão…


Como no episódio passado Yune aprendeu sobre a cultura francesa – comida, lugares, nomes – estava na hora de Claude aprender um pouco sobre a cultura japonesa. Sua imaginação ganhou asas nas primeiras cenas do episódio, onde Yune e Oscar contam algumas coisas sobre o Japão. Claude imaginar que o país é cheio de Yunes ou como é o sumo rendeu algumas risadas minhas.
Mas a principal trama desse episódio é o fato de Claude não conseguir fazer uma placa para uma loja de música, mesmo tentando várias vezes. Ele até pegou um pandeiro para retirar idéias. Porém, Yune foi a salvadora do dia. Em um momento, Claude pega-a escrevendo uma carta para sua irmã, e o jovem fica interessado com a escrita tão peculiar japonesa. Eram apenas desenhos, oras. Como poderiam ser letras? Um pensamento bem ocidental. Yune escreve seu nome e mostra que cada kanji tem seu significado: “Yu” significa água quente e “ne” significa som.
Vendo isso, Claude tem a brilhante idéia de usar o kanji que significa “som” do nome de Yune para fazer a placa, correndo o risco do cliente não gostar e recusar. Felizmente, ele aceita.

Em certo momento, Claude havia comentado como o papel que ela escrevia não era o certo para cartas, então, Yune, para não causar “problemas financeiros” a ele, diz que o que ela escrevia não era uma carta. Tudo isso por que o papel de carta era muito caro. Após receber o pagamento pela placa, Claude decide dar um presente a Yune, já que graças a ela a placa fora aceita. O presente? Papel de carta. A cena dele na loja foi  fofa, pois ele não sabia qual papel era mais adequado para meninas e teve que pedir ajuda a atendente. Era para ser uma surpresa o presente, porém, Oscar acaba contando para Yune, que desesperada – por que não queria causar problemas financeiros – vai em busca de Claude, mesmo no meio da chuva. Essa cena foi a minha favorita do episódio. A pequena Yune correndo com aqueles sapatos de madeira, na chuva, escondendo-se no guarda-chuva em busca de Claude e os olhares das pessoas, e quando ela e Claude encontram-se, o sorriso dela foi muito, muito fofo. Se eu fosse ele, meu coração teria derretido… Ou será que isso não ocorreu com ele?

Outro destaque deste episódio foi a introdução da personagem Alice, a jovem riquinha da família que é dona da Galeria e praticamente da cidade inteira. Ela será taxada como chata e irritante por muitos, eu sei, mas confesso que fiquei interessada, apesar de sua voz as vezes ficar bem, bem irritante.

Classificação: *** – Excelente –

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Publicado por

Rah Walker

Aspirante a escritora, blogueira nas horas vagas, amante dos livros, anime, mangá, patinação e animação no geral.

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